Falando afinal quem são eles

Snitramus

Matéria retirada da GAZETA do Brasil
Em 02/01/2015

Afinal quem são eles_n

O que você vai ler agora é ASSUSTADOR!!!
Está matéria tem que ser passada para todos os Brasileiros!! Principalmente aqueles que falam que não gosta de política e os parasitas que perdem o seu tempo em frente de uma “TV” esperando por noticias do Brasil e do Mundo. Coitados!!!
Pastores das igrejas em geral, Padres ou Líderes religiosos etc… Passe essa matéria em suas igrejas com URGÊNCIA!!!!!!
Depois da posse da presidentaaa em 01/01/2015 que não tive coragem de ver e muito menos escutar. Com uma indignação ENORME!!!!!! fiquei pensando como que eu poderia explicar ao povo Brasileiro o que está por traz dessa bandeira vermelha “que representa o sangue que eles”pt” tiram do povo”, e que o pt sustenta com tanto orgulho. Comecei a pesquisar na internet entrando pela noite e madrugada e terminei de editar às 6:00h do dia 02/01/2015. Acredito que não vai ficar nem uma dúvida sobre o que estamos passando. Espero ter mostrado a realidade, e na esperança que muitos acordem antes do FIM!!!!!!
O TEXTO É GRANDE, MAS EXPLICA TUDO O QUE ESTÁ ACONTECENDO NO BRASIL. DEPOIS NÃO DIGAM QUE NÃO SABIAM.
Snitramus

LEIAM!!
MAS VOCÊS PRECISAM ENTENDER CONTRA O QUE ESTAMOS LUTANDO
ANTES DE FALAR SOBRE POLÍTICA LEIA A HISTÓRIA DE FHC E OUTROS QUE ESTÃO EMPOLEIRADOS NO PODER DA NOSSA REPÚBLICA CRIADA EM 1889.
PRIMEIRO ENTENDA O QUE É FABIANISMO E COMO CHEGOU NO BRASIL
O que é Fabianismo? É uma doutrina? É um estilo Socialista? Como age no Brasil?
O Fabianismo é uma doutrina e um movimento político-ideológico socialista democrático, reformista e não-marxista, de concepção inglesa. Teve origem na Fabian Society fundada em Londres no final de 1883 e início de 1884 por um grupo de jovens intelectuais de diferentes linhas socialistas, com o propósito de reconstruir a sociedade com o mais elevado ideal moral possível. Objetivamente tinha a finalidade de promover a gradual difusão do socialismo, entendido como fim das injustiças econômicas e sociais da sociedade liberal, burguesa e capitalista. Mas, ao mesmo tempo rejeitava a doutrina marxista e, especialmente, a transformação pela revolução violenta. A idéia era a de que a transição do capitalismo para o socialismo poderia ser realizada por meio de pequenas e progressivas reformas, dando início ao socialismo no contexto da sociedade capitalista.
Embora os primeiros fabianos ainda sofressem influência do marxismo, os seus conceitos de economia não eram de Marx, mas de John Stuart Mills e Willian Stanley Jevons. Afirmaram que o utilitarismo há tanto tempo usado para sustentar o individualismo, realmente, nas modernas condições, aponta para uma crescente intervenção estatal na economia para promover a maior felicidade de um maior número. Contradizendo os marxistas, o Estado não é um organismo de classe a ser tomado, mas, um aparelho a ser conquistado e usado para promover o bem-estar social. Os fabianos, portanto rejeitam o socialismo revolucionário.
Os membros da “Fabian Society” são principalmente intelectuais, professores, escritores, e políticos. Foram os principais fundadores Edward R. Pease, o casal Sidney e Beatrice Webb, George Bernard Shaw, H.G. Well outras destacadas personalidades. Efetivamente, a Fabian Society tem sido sempre um grupo de intelectuais. Seu proselitismo, em determinadas questões, segue uma política de “permeação” das suas idéias socialistas entre os liberais e conservadores. Tentam convencer as pessoas por meio de uma argumentação socialista objetiva e racional em vez de uma retórica passional e de debates públicos.
Acreditam que não existe uma separação nítida entre socialistas e não socialistas e que todos podem ser persuadidos a ajudar na realização de reformas para a concretização do socialismo.
Com as adesões de Bernad Shaw (1884) e de Sidney Webb (1885), a sociedade começou a assumir seu caráter próprio, vindo a se tornar efetivamente socialista a partir de 1887.
Em 1889, sete membros fundadores redigiram um livro que levou o nome de Fabian Essays in Socialism (Ensaio Fabiano sobre o Socialismo), resumindo as bases doutrinárias da Sociedade.
Sidney Webb e Bernad Shaw, repudiando o marxismo, reconheciam que o desenvolvimento promovido pelo “laisser faire” (o capitalismo liberal) correspondia também a uma intervenção do Estado em defesa do trabalhador ou, pelo menos, na melhoria da qualidade e condições de vida. A legislação sobre salários, condições e jornada de trabalho e a progressiva taxação dos ganhos capitalistas é um meio inicial de realizar a equitativa distribuição de benefícios. O passo seguinte na direção do socialismo, em termos de reformas sociais mais profundas, será a adoção da propriedade e administração estatais das indústrias e dos serviços públicos. Recomendam também a criação do “imposto único”.
Os fabianos são realistas e procuram convencer todas as pessoas, independentemente da classe a que pertencem e com argumentos lógicos, que o socialismo é desejável e que melhor realizará a felicidade humana.
A Sociedade Fabiana não se dispôs a se organizar em partido, permanecendo sempre como um movimento. Entretanto, em 1906 um grupo de fabianos e sindicalistas fundaram o Labour Party (Partido Trabalhista britânico) que adota o fabianismo como uma das fontes da ideologia partidária.
Em 1945 o Labour Party chega ao poder na Grã-Bretanha expandindo o fabianismo. O Partido no governo consegue realizar quase todo o ideário dos fabianos.
Atualmente, a Fabian Society atua principalmente como um centro de discussão intelectual, de propaganda e de difusão do socialismo democrático e como uma referência na Grã-Bretanha para os socialistas, em especial de classe média, que não desejam comprometer-se com o Labour Party.
Antes da Primeira Guerra Mundial (1914-1918), os fabianos tinham pouca preocupação com o movimento socialista em outros países. Durante o conflito adotaram até uma posição nacionalista exacerbada.
Na prática política, parece que os fabianos não têm dificuldade de entendimento com os socialistas revolucionários podendo apoiá-los ou com eles fazer alianças, particularmente para atingirem algum objetivo intermediário.
Em termos de internacionalismo, o fabianismo tem sido sempre considerado a ala direita do movimento socialista. Ideologicamente, coloca-se em posição intermediária entre o capitalismo democrático e o marxismo revolucionário. Com esta posição, em 1929, o movimento Fabiano se propõe como a Terceira Via identificação ambígua quando, na propaganda política, não vem acompanhada de uma definição clara e ostensiva. Após o colapso da União Soviética em 1991, o apelo sedutor da Terceira Via voltou à cena para atrair as esquerdas desorientadas e os intelectuais idealistas sempre sensíveis às novidades.
Repudiando o conceito de luta de classes, os fabianos em geral reconhecem que a lealdade ao seu próprio país vem antes do que qualquer lealdade ao movimento internacional do proletariado. Isto não impede que Bernard Shaw, em discordância com a atitude nacionalista Fabiana, fosse a favor de uma unificação do mundo em unidades políticas e econômicas maiores. Determinados fabianos realmente manifestaram a aspiração de um Estado mundial do tipo tecnocrático, cujo germe deveria ser o Império Britânico, com a função de planejar e administrar os recursos humanos e materiais do planeta. A este respeito, chama a atenção as relações de afinidade, se não de filiação, entre os fabianos e círculos mundialistas anglo-saxões como o Royal Institute of Internacional Affairs (inglês) e o Council on Foreign Relations (norte-americano), criado em 1919.
Provavelmente, foi a partir do conhecimento desta idéia de império mundial, da existência de relações dos fabianos com intelectuais e políticos norte-americanos e da atuação de certas organizações não-governamentais nos EUA que o senhor Lyndon H.La Rouche Jr engendrou a teoria conspiratória de um eixo Londres – Nova Iorque da oligarquia financeira internacional para a criação de um império mundial de língua inglesa, com a supressão dos estados nacionais.
Entre as organizações não governamentais norte-americanas está uma denominada Diálogo Interamericano, fundada em 1982, cujos integrantes são notáveis personalidades “permeadas” pelo socialismo Fabiano.
Foi por intermédio do Diálogo Interamericano que o Sr Fernando Henrique Cardoso se uniu em 1992 ao movimento Fabiano tendo tentado atrair também o Sr Luiz Inácio Lula da Silva.
O FABIANISMO NO BRASIL
O Fabianismo chegou ao Brasil com Fernando Henrique Cardoso, retornando ao país, depois de seu asilo político na Europa, com seus companheiros do chamado grupo de São Paulo, todos ex-militantes da Ação Popular Marxista-Leninista.
Asilado na Europa, depois de ter passado pelo Chile, Fernando Henrique Cardoso reformulou suas crenças marxistas e passou a pretender filiação junto à Internacional Socialista (oriunda da II Internacional).
A iniciativa coincidia com o esforço de Leonel Brizola em 1978/79, ainda asilado, para juntar-se à Internacional Socialista na Europa. Com ousadia e persistência, aproximou-se dos expoentes socialistas europeus, particularmente de Mário Soares, do qual conquistou o apoio e a amizade. Miguel Arrais e Fernando Henrique tudo fizeram para neutralizar o ex-governador, inclusive com a elaboração de um dossiê depreciativo que FHC entregou a Mário Soares. Nada adiantou; na reunião da Internacional Socialista em Viena (1979), a organização, por unanimidade, fez opção por Brizola. “… na platéia, derrotados, Fernando Henrique Cardoso e Miguel Arrais assistem ao vitorioso, discursando na condição de líder brasileiro da social-democracia e representante oficial da organização no Brasil” (Luiz Mir, A Revolução Impossível, pág. 689 a 691).
O insucesso levou Fernando Henrique a se aproximar do movimento fabianista. Em 1982, participou da reunião de fundação do Diálogo Interamericano com sede nos EUA. Ao retornar do seu auto-exílio em 1979, Fernando Henrique Cardoso e os seus correligionários do grupo paulista ingressaram no partido do Movimento Democrático Brasileiro onde, com outros anistiados de esquerda constituíram a ala dos “autênticos”. Participaram da Constituinte de 1987/88 onde o grupo de FHC desempenhou ativo papel na tentativa de implantar o socialismo e o parlamentarismo no Brasil.
Na Constituinte, é interessante notar a convergência das esquerdas reformistas e revolucionárias, todas procurando ampliar ao máximo as franquias democráticas.
Logo após a Constituinte (1988), o grupo de Fernando Henrique e diversos outros “autênticos” divergiram e saíram do partido, fundando o PSDB, Partido da Social Democracia Brasileira. Estava assim criada a organização política do fabianismo no Brasil.
Em 1992, o Senador Fernando Henrique participou da reunião do Diálogo Interamericano de Princeton, para a qual convidou Luiz Inácio Lula da Silva e alguns outros membros do Partido dos Trabalhadores. Para o Diálogo, o desaparecimento da União Soviética tinha deixado as esquerdas revolucionárias da América Latina sem base de apoio. Entretanto, reconhecia que sua organização e capacidade de mobilização ainda poderiam ser úteis para o programa pretendido pela entidade. Podemos aduzir eu o PT, como partido laborista, tivesse muita afinidade com o fabianismo, daí porque estava sendo atraído. O primeiro ponto de uma ação comum foi a opção pela via eleitoral, buscando-se o abandono da violência armada. Lula já comprometido com o Foro de São Paulo concordou com o programa, mas não se filiou ao Diálogo.
Em 1994, FHC se elegeu Presidente da República. Na condução política da sua administração e nas relações com o Congresso, onde não tinha maioria, usou o poder e certos recursos autoritários. Valeu-se descontraidamente das Medidas Provisórias fugindo das resistências parlamentares. Sem muito esforço, mas com uma eficiente e convincente negociação individual com os parlamentares, conseguiu emenda à Constituição, quebrando a antiga e prudente tradição republicana que não permitia a reeleição do Presidente da República. Para assegurar o segundo mandato, Fernando Henrique tratou de manter a estabilidade monetária e o Plano Real que já lhe havia garantido a eleição de 1994. Para pagar dívidas públicas, o serviço desta dívida e remunerar investimentos financeiros, foi buscar recursos num vasto e discutível programa de privatizações. A esquerda de oposição lhe fez e faz ferina crítica, estigmatizando-o de “neoliberal”, não tão grande ofensa para um socialista Fabiano.
Com relação às recomendações do Diálogo Interamericano, expressas no Projeto Democracia, podem ser citadas as seguintes realizações de Fernando Henrique Cardoso:
1) Abertura democrática, com franquias, ampliadas e garantidas na Constituinte, com o trabalho de FHC nas comissões e de Mário Covas no Plenário.
2) Acolhimento dos comunistas, primeiro no Partido, depois nos cargos de governo e, finalmente, com indenizações das famílias de terroristas mortos pela “repressão”, de início limitadas às dos que morreram nas prisões e agora generalizadamente.
3) Afastamento sumário do serviço público ou veto de nomeação de qualquer pessoa acusada de torturador ou de ter pertencido a órgãos de segurança durante o governo dos militares presidentes. A demissão ou veto era imediato, sem qualquer apuração formal ou de provas das acusações, num ato ilegal de restrição à Lei de Anistia.
4) Submissão das Forças Armadas ao controle político civil, com a criação do Ministério da Defesa, afastando os militares de participação e influência nas decisões nacionais, inclusive nos assuntos de segurança. Foi aventada também a criação de uma Guarda Nacional para retirar do Exército ou restringir a sua destinação constitucional de defesa da lei, da ordem e dos poderes constituídos. Não dispondo de recursos para tal projeto, a iniciativa ficou limitada à criação de um segmento fardado da Polícia Federal, subordinada ao Ministério da Justiça.
5) Uso e suporte às Organizações Não-Governamentais de inspiração e de ligação a entidades internacionais fabianas e outras, com transferência de funções públicas e de recursos governamentais, particularmente nas áreas de educação, saúde, segurança pública, meio-ambiente, direitos humanos e complementação social. Foi promovida uma “ampliação do Estado” que daria inveja a um projeto concebido por Antônio Gramsci. Fernando Henrique é seguidor dos conceitos da Terceira Via participando das idéias de um “consenso internacional de centro-esquerda”, acompanhando a posição de Anthony Giddens (teórico da Terceira Via), Tony Blair (líder trabalhista inglês), Leonal Jospin, Bill Clinton, De La Rua e Schoreder.
O governo FHC (1994-2002) deixou ao País com gravíssimos problemas sociais e econômicos pouco tendo feito para a realização da transição para o socialismo. As lentas e progressivas transformações são próprias do processo reformista Fabiano. Portanto, não se fale de fracasso, porque a semente desta vertente social- democrática está plantada e aparentemente, superou no País, a linha da Internacional Socialista representada pelo decadente Partido Democrático Trabalhista de Leonel Brizola. Por outro lado, o movimento fabianista pôde e pode realizar, em determinados momentos, um papel subsidiário da esquerda revolucionária. Muitos aspectos da concepção pragmática do fabianismo coincidem com certos processos gramscistas de mudanças pacíficas e progressivas para conquistar a sociedade civil e enfraquecer a sociedade política. Depois de 1980, os dois fatos novos mais significativos ocorridos nas esquerdas no Brasil foram as presenças do fabianismo reformista e do gramscismo revolucionário.
Terminado seu governo, Fernando Henrique Cardoso agora é “homem do mundo”, promovido e “badalado” pelos movimentos e organismos da esquerda internacional. Lembro um pouco Bernad Shaw, um dos fundadores do fabianismo na Inglaterra, marxista reformado que se transformou em socialista reformista. A diferença fica na retórica vazia e na produção literária reduzida do intelectual brasileiro.
Apesar de tudo, FHC voltará; pessoalmente ou representado, mas voltará.
Fonte: livro “CADERNOS DA LIBERDADE”.
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Agora vamos entender o que é Socialismo e Comunismo
O Socialismo é um sistema sociopolítico caracterizado pela apropriação dos meios de produção pela coletividade. Abolida a propriedade privada destes meios, todos se tornariam trabalhadores, tomando parte na produção, e as desigualdades sociais tenderiam a ser drasticamente reduzidas, uma vez que a produção poderia ser equitativamente distribuída.
Veja o link: Socialismo
http://pt.wikipedia.org/wiki/Socialismo
O Comunismo é um sistema econômico, bem como uma doutrina política e social, cujo objetivo é a criação de uma sociedade sem classes, baseada na propriedade comum dos meios de produção, com a conseqüente abolição da propriedade privada. Segundo esta teoria, no comunismo o Estado passaria a ser desnecessário e seria extinto, sendo substituído por livres associações de produtores.
O Comunismo tenta oferecer uma alternativa aos problemas que são entendidos como inerentes à economia capitalista e ao legado do imperialismo e do nacionalismo. De acordo com a ideologia comunista, a forma para superar esses problemas seria a derrocada da rica burguesia, tida como classe dominante, em prol da classe trabalhadora – ou proletariado – para estabelecer uma sociedade pacífica, livre, sem classes, ou governo.
Veja o link: Comunismo
http://pt.wikipedia.org/wiki/Comunismo
O pensamento comunista é normalmente considerado parte de um mais amplo movimento socialista, originário nos trabalhos de teóricos da Revolução Industrial e Revolução Francesa, que remontam às obras de Karl Marx. As formas dominantes do comunismo, como o Leninismo, o Trotskismo e o Luxemburguismo, são baseadas no Marxismo; mas versões não-Marxistas do comunismo (como o Comunismo Cristão, e o Anarcocomunismo) também existem e estão crescendo em importância, desde a Queda da União Soviética.
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Prepare-se!! O que são os illuminatis?
Illuminati é o nome de um grupo secreto que tem como objetivo dominar o mundo através da fundação de uma Nova Ordem Mundial.
A palavra illuminati é um termo do latim que significa “iluminado” e representa uma ordem ou sociedade secreta que tem o iluminismo como base das suas doutrinas.
Como se trata de um grupo secreto, ele é rodeado de grande mistério e há várias teorias que provam ou que negam a sua existência. Apesar disso, quase todos os autores que se manifestam sobre este assunto concordam que o objetivo dos Illuminati é alcançar o domínio total do mundo, através de influências e pressões políticas, econômicas e sociais.
A NWO (New World Order) ou Nova Ordem Mundial em português, seria um governo global, que tem autoridade sobre todo o mundo. Várias pessoas acreditam que um dos objetivos dessa nova ordem mundial e dos illuminati seria manter a população mundial abaixo dos 500 milhões de habitantes. Isso significa que muitas pessoas teriam que ser eliminadas.
Existem também teorias que indicam que os illuminati manipulam vários alimentos e a água para causar infertilidade e esterilização, diminuindo a população mundial.
Outra ligação muito comum é com o Bilderberg Group ou Clube de Bilderberg, um clube secreto que organiza reuniões para apenas 130 pessoas, que têm uma grande influência no mundo. Existe uma especulação que o que é decidido nessas conferências dita o futuro do resto de todo o mundo. Este clube tem este nome porque a primeira reunião organizada (em 1954) aconteceu no hotel Bildenberg, na Holanda.
Este é um assunto que envolve muitos complôs, manipulações e teorias de conspiração e por esse motivo muitas vezes não é possível confirmar a veracidade das informações que estão disponíveis.
Alguns dos símbolos mais conhecidos dos illuminati são o triângulo ou pirâmide, o “olho que tudo vê”, a coruja e o obelisco. Vários autores relacionam os illuminati com a maçonaria e por isso às vezes existem símbolos equivalentes.
A nível da religião, vários cristãos acreditam que o líder da Nova Ordem Mundial e dos illuminati será o Anti-Cristo e o estabelecimento dessa ordem corresponderá ao início do fim do mundo.
Veja o link:O que são os illuminatis

Veja o link: A INDÚSTRIA de SATANISMO dos ILLUMINATI

Veja o link: A INDÚSTRIA de SATANISMO dos ILLUMINATI 2

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AGORA VAMOS ENTENDER SOBRE A UNIÃO DOS PRESIDENTES
“FHC” Fernando Henrique Cardoso
“LULA” Luiz Inácio Lula de Silva
O FORO DE SÃO PAULO E O DIÁLOGO INTERAMERICANO, A HEGEMONIA SOCIALISTA COMUNISTA QUE FARÁ O BRASIL SE AJOELHAR DIANTE DO COMUNISMO.
Em Princeton – Janeiro de 1993 -, Lula e Fernando Henrique Cardoso firmaram um PACTO. Lula representava o Foro de São Paulo, organização que fundou em parceria com Fidel Castro para fomentar o SOCIALISMO-COMUNISMO na América Latina; FHC respondia pelo Diálogo Interamericano, grupo ligado ao Partido Democrata norte-americano e marcado pelo socialismo fabiano.
O objetivo do pacto era estabelecer uma estratégia que pudesse pavimentar o projeto de poder da esquerda latino-americana – e que pudesse se sustentar com a derrocada da União Soviética (URSS). Entre os os termos do acordo constavam:
1. A participação de revolucionários guerrilheiros nas eleições;
2. O controle populacional, promovido com esterilizações, o estímulo de uniões homossexuais e a legalização do ABORTO;
3. O enfraquecimento da Igreja Católica para prevenir reações contrárias aos projetos estabelecidos. Um dos mecanismos utilizados para este fim foi a Teologia da Libertação – um simulacro de teologia forjado para perverter a fé e politizá-la, para parasitar a Igreja Católica e ardilosamente instrumentalizá-la em favor das ambições revolucionárias;
4. O enfraquecimento das Forças Armadas;
O PACTO DE PRINCENTON repercutiu diretamente, não só no cenário político nacional – para a construção de uma atual “democracia das esquerdas” -, como também contribuiu para produzir um ambiente cultural que alimenta e fortalece este nefasto e ambicioso projeto de poder, uma hegemonia SOCIALISTA-COMUNISTA.
Em 1993 Lula esteve com Fidel Castro em Havana, uma semana antes de ter tido um encontro em Princenton, nos EUA com o então senador Fernando Henrique Cardoso. Lula estava acompanhado de José Genoíno e de Frei Beto, e juntos se reuniram com Fidel para realizar um Pacto de Ação Continental. Isto teria ocorrido na última semana de julho de 93. Na época, tudo indicava que Lula ganharia as eleições de 94 com apoio de FHC conforme acertado por ambos em reunião realizada em Princenton.
O encontro em havana não era uma simples reunião de Lula e de do ditador comunista Fidel. Mas, sim de uma organização da qual a grande maioria dos mortais não tinha qualquer ideia, denominada “Foro de São Paulo”, que não era secreta mas que também não era para conhecimento de gregos e troianos. O que se sabia sobre esta organização era somente noticiado internamente em Cuba. Havia uma edição internacional, do “Granma”, em várias línguas, que, entretanto, não publicavam os assuntos relativos à estratégia da esquerda latino-americana, patrocinada pelo Foro, depois de fundado, sob as “benções” e inspiração de Fidel Castro. Mais tarde, o Foro passou a ter algum tipo de noticiário restrito em alguns jornais de alguns países, e, até, uma revista, quase de circulação interna, chamada “América Libre”, dirigida por Frei Beto, editada na Argentina.
Estavam presentes, nessa reunião, 112 organizações de esquerda de toda a AL (América latina), além de observadores convidados de organizações de esquerda de outros continentes. Era o seu IV Encontro Internacional. A primeira, tinha sido quando se realizou a fundação do Foro em São Paulo, no Hotel Danúbio, nos inícios de 90, logo após a vitória de Collor sobre Lula, como estava previsto que deveria ser feito, se isso acontecesse, desde uma reunião em 8 de janeiro de 89, em Havana, também publicada no “Paraíso Perdido”, com a presença de Fidel, de Lula, Frei Beto, ( assessor de Lula, quando presidente e que residia no Palácio do Planalto), de José Genoino, (na ocasião, presidente do PT), e do jornalista Kroscho, (atual assessor de imprensa do presidente Lula.)
A finalidade, nessa ocasião, era fixar as estratégias para as eleições nos países do continente, que iriam se realizar desde dos fins de 93, no México, até as eleições de inícios de 95, na Argentina, num total de 14. Estavam presentes, nesse IV Congresso, as organizações guerrilheiras e toda a cúpula do PC cubano, inclusive, logicamente, Castro, bem como toda a cúpula internacional do PT, com Lula à frente e, naturalmente, Frei Beto, que é o único que fala, praticamente de igual para igual, com Castro.
A reunião tinha entre outros assuntos, o Pacto estabelecido na Universidade de Princeton, em inícios do mesmo ano, no qual, um dos compromissos assumido pelo Foro de São Paulo, com o Diálogo Interamericano, fundado em 1982, sendo vice-presidente e principal representante da entidade na América Latina, Fernando Henrique Cardoso, então senador. (atualmente FHC é co-presidente do Diálogo, juntamente com Peter Hankim) era o plano de expandir e fomentar o socialismo por toda a América Latina. O Pacto de Princeton firmado entre FHC e Lula era abrangente, mas, para a esquerda orientada por Fidel, era uma mera forma de obter apoios adicionais, sem afetar a estratégia básica do Foro, embora este se utilizasse do Pacto com o Diálogo, em tudo quanto lhe era favorável, e cumprisse os diversos pontos, enquanto eram do seu interesse ou da estratégia estabelecida pelo Foro de São Paulo, que poderiam influenciar o Diálogo, dando-lhe a impressão de uma efetiva disposição de cumprimento da estratégia comum.
Não vale a pena maior referência, agora, ao documento do Departamento de Estado, assinado por Kissinger, em fins de 74, inicialmente sigiloso, mas tornado público por Reagan e constando da Biblioteca do Congresso Americano, porquanto, em grande parte, está superado. O ponto de partida era considerar a questão da imigração latina como um caso de segurança nacional, pelo potencial de alteração da cultura americana.
A idéia era reduzir a referida imigração ao mínimo. Na verdade, hoje, a imigração latina é praticamente incontrolável, e até fundamental para o futuro dos Estados Unidos. A política do Diálogo, fundado em 82, com Fernando Henrique na vice-presidência, como principal participe da América Latina, que visava cumprir a estratégia do documento de 74, do Departamento do Estado, acabou por atingir objetivo inteiramente contrário, como será possível verificar mais adiante, inclusive no Brasil e, na Colômbia, nem se fala, acrescentando-se a Venezuela e, de certo modo, o Equador.
O Foro de São Paulo, nasceu em julho de 90, mas foi concebido, tendo Fidel por pai e Lula por mãe, em janeiro de 89, em reunião de cúpula do PC de Cuba e PT do Brasil. José Genuíno estava presente, conforme descrição do livro de Frei Beto (irmão terceiro dominicano, que não é sacerdote), com o título de “O Paraíso Perdido” – Nos Bastidores do Socialismo”.
Nela, ficou estabelecido que, se Lula não ganhasse as eleições em novembro de 89, deveria ser formada uma organização para coordenar toda a esquerda continental e que a liderança do processo caberia a Lula. Collor não tinha surgido ainda no cenário político como atual concorrente ao cargo presidencial. O receio, na ocasião, era de uma reviravolta a favor de Brízola, um político não muito confiável para o projeto que estava sendo delineado para que “fosse realmente executado e conquistado em toda a América Latina.
Uma espécie de contrapartida, do que já se antevia, nessa reunião, era que a URSS iria perder o leste europeu” e o comunismo russo estaria fadado a despencar pelo penhasco. Para Fidel, o Muro já estava balançando, com o que estava ocorrendo na Polônia, depois da eleição do Papa João Paulo II. Com a vitória de Collor, um representante da direita, a esquerda continental, mesmo a de características guerrilheiras, se reuniram em número de 48 entidades para participarem de uma reunião que fundaria o Foro de SP, em julho de 90, no Hotel Danúbio. Porém várias reuniões foram realizadas antes em Itaici com as participações de Lula, Fidel, Genoíno e Frei Beto. FHC também se reunia em secreto com José Dirceu e Gushinken do PT.
Este dado foi obtido quase por acaso, pois ao se localizar a reunião realizada em 93, em Havana, do IV Encontro do Foro, lia-se que Balaguer, do Comité Central do PC Cubano, iniciava o discurso de saudação com elogio a Lula, dizendo que, quando, há três anos, tinha sido fundado o Foro, para o qual o Frei Beto deu imensa contribuição (ficou sendo diretor continental de revista do Foro “América Libre”, impressa na Argentina), não se podia imaginar que, em tão pouco tempo, teria obtido tal desenvolvimento, como provava aquela reunião de Havana, com 112 organizações (afora os convidados de outros continentes) e já com candidatos a presidente na maioria dos países onde haveriam eleições nos seguintes 20 meses. Ou seja, a ideologia de expansão das esquerdas e do socialismo já se intensificava em toda a América Latina.
Várias reuniões foram realizadas para a fomentação dos planos da organização de Lula e Fidel com apoio do Diálogo Interamericano de FHC. Entre elas podemos destacar a reuniões de 95, no Uruguai, e de 97, em Porto Alegre, nas quais o MST foi apontado como a ponta de lança da revolução socialista na América Latina, devendo ter a cooperação dos zapatistas e das Farc. (havia a possibilidade de colaboração do Comando Vermelho ou do PCC, fundados sob a inspiração de documento da guerrilha urbana no Vietnã, mas para uso de criminosos comuns). Mas, sem dúvida, o VI Encontro, em 93, foi o mais importante, feito depois do Pacto com o Diálogo Interamericano, realizado na Universidade de Princeton, com o beneplácito de Warren Christhofer, secretário de Estado de Clinton, no início do mesmo ano, em que algumas estratégias para toda a América Latina tinha sido ajustadas entre as partes.
O ponto de partida, para o Diálogo, era a certeza de que, com o desmanche da URSS, a esquerda da AL teria necessidade um novo ponto de apoio, principalmente de natureza política, enquanto, para o Diálogo, fazia falta, uma força com capacidade mobilizadora, que a chamada social democracia agnóstica não tinha para dar suporte ao pontos essenciais de seu projeto continental, inclusive porque alguns dependiam diretamente da concordância entre a teoria e a capacidade de mobilização do povo, que FHC não tinha. Por isso a mobilização do Diálogo e de FHC em fortalecer a criação de uma organização na América Latina, como o Foro de SP. Encontros entre FHC, Fidel e Lula, foram a pedra fundamental para que o Foro fosse criado.
Para o Diálogo e principalmente para FHC, a eliminação das causas da imigração menos desejada, de latinos para os EUA, impunha conseguir que as forças guerrilheiras, ligada ao Foro, se transformassem em partidos políticos e passassem a disputar o poder pelo voto e não pela guerrilha armada. Imaginava-se que assim os truculentos guerrilheiros, ganhariam algumas eleições, sempre é claro, com apoio do Diálogo de FHC. Desta forma, líderes de guerrilha tomariam posse e se manteriam no poder de forma democrática. A ideia de FHC era convence-los da vantagem do jogo democrático, usando ações civilizadas para estar no poder. Essa ações seriam estendidas, mesmo depois que grande parte destes terroristas chegassem ao poder.
Isto, se baseia em diversos exemplos históricos, inclusive o de Hitler, cujo o uso da social democracia e as eleições democráticas, serviram para leva-lo ao poder, sendo, posteriormente, transformados em sistemas totalitários ou similares, com a ingenuidade dos ocidentais, sempre dispostos a imaginar que os ideais democráticos, com sua base de sustentação no voto popular, acabem por conquistar os que só estão dispostos a governar pela força. Ou seja: Hitler usou o voto democrático para chegar ao poder para depois instalar uma ditadura socialista nazista. O Diálogo de FHC, todavia, acreditava na sua força de manter o voto como um fator de democracia e, portanto, sem provocar o êxodo ou a fuga das populações atingidas pela violência de revoluções e por ações de regimes de força, da esquerda ou da direita. Daí surge o termo “Social Democracia”, que nada mais é do que uma ideologia de esquerda socialista que usam de ações democráticas para chegar ao poder para mais adiante, implementar uma ditadura socialista.
A mesma tolerância inglesa com Hitler eleito pelo povo alemão, vem se repetindo com a tolerância, dos Estados Unidos e outros países, com relação as eleições fraudulentas que colocaram Hugo Chávez, no poder. Chavez foi eleito usando a social democracia como ponte para chegar ao poder, sem o uso de uma força revolucionária. O que se viu na verdade, foi que após as eleições, Chavez adotou uma nova postura política, e uma ditadura sistemática foi implementada na Venezuela, sem qualquer reação do povo. Um sistema ditatorial, baseado na “revolução” bolivariana, numa nova e bastante repetida demonstração da ingenuidade anglo-americana, que sedada por doutrinas gramscistas e por ideais utópicos da social democracia, se deixou enganar e se levar por uma “falsa” ideologia democrática. Hoje a população venezuelana é obrigada a pagar o preço de uma guerra absurda, como já admitiu Kissinger, em relação a um segundo Vietnã na Colômbia, com o fracasso, que ele entende inevitável, do Plano Colômbia. Sem esquecer que foi ele quem assinou o documento de 74…
Na realidade, o voto é apenas um meio de exercer a democracia, mas não é ele que define a sua essência de um regime. Não é o voto que faz estabelecer o respeito dos homens que estão no poder com relação à dignidade e da liberdade do povo. Voto é forma; democracia é conteúdo. E conteúdo representativo, que ainda não foi alcançado com a plenitude e suficiência necessárias, na América Latina. Mas, enfim, foi o que propôs o Diálogo de FHC para manter o poder das esquerdas na América Latina: Que a esquerda, mesmo radical e guerrilheira, revolucionária e marxista, abandonasse a forma atual de tomar o poder, pela revolução e optasse pela participação em eleições, tendo como contrapartida o apoio do Diálogo para nele permanecer, pensando que, assim, evitariam as imigrações, pois não haveria repressão interna de caráter totalitária. Será que o povo brasileiro vai apreender com o povo venezuelano enganado por Chavez? E também, agora, com o povo do Haiti?
Também em contrapartida, haveria reação do Diálogo e de suas imensas influências nos Estados Unidos, a qualquer tipo de repressão militar ou policial com os golpes promovidos pela esquerda, que também poderiam resultar em imigração indesejada e forçada de haitianos, venezuelanos e outros. A tudo, se acrescia um esforço para que os governos fizessem acordos de paz com os que atuavam revolucionariamente, colaborando por todas as formas, para que a paz fosse obtida, de modo a permitir a formação dos partidos políticos de esquerda revolucionária, como aconteceu com o M-19 e outros movimentos, até quando não se sabe. Esta aí a causa do acordo de paz com a Farc, entregando-lhe um território à sua administração, sem conseguir o objetivo. Para quem não entendeu bem o que pregava o Diálogo de FHC, o plano era simples: A América Latina teria apoio do Diálogo para promover golpes de Estado, mas sem que isso afetasse a imigração de fugitivos dos regimes totalitários para os EUA. Por isso a democratização nas investidas para a implementação de ditaduras na América Latina. Ou seja: A democracia no Brasil não existe desde que o PSDB entrou no poder e passou a bandeira para o PT. É tudo uma farsa para se chegar ao verdadeiro objetivo que é implantar uma ditadura socialista.
A outra questão para o Pacto de Princeton, onde também FHC foi professor durante seu exílio voluntário, durante o regime de 64/68, era o controle populacional no mundo e na América Latina., Por isso FHC e o PSDB colocaram em prática, juntamente com o Foro de SP, ações políticas de controle populacional pelas vias mais radicais. Ao invés de utilizarem de políticas de conscientização familiar, optaram pela forma mais radical e perversa, ou seja, pela legalização na América Latina, do aborto, da esterilização e da união de homossexuais. Nos EUA existem 600 mil lares constituídos por homossexuais, mesmo que ainda não oficializados por leis civis ou atos oficiais, que, todavia, já vem acontecendo em certas regiões. O Homossexualismo é uma das metas da Nova Ordem Mundial para evitar a relação entre homens e mulheres e assim, evitar o nascimento de novos seres humanos. Por isso o PSDB e o PT implementam leis que incentivam a união homossexual, a troca de sexo e a esterilização de homens e mulheres. Mas as aberrações não terminam por aí. Durante o governo de FHC, todas as escolas públicas receberam cartilhas incentivado a relação entre meninos e também entre meninas. Entre pais e filhos e entre filhos e pais. FHC foi o guru que criou todas estas políticas levadas posteriormente ao pé da letra pelo PT.
As forças de esquerda, no compromisso com o Diálogo de FHC, dariam a sua colaboração para atingir a legislação necessária para oficializar essas questões, que, evidentemente, teriam, previsivelmente, a oposição da Igreja Católica, que precisaria ser enfraquecida com a noção de um misticismo individualista, que seria o determinante nas relações de cada um com Deus, sem necessidade de Igreja, sacramentos ou sacerdotes, ou, pelo menos, minimizando a presença desses elementos na população. Frei Beto e Frei Boff escreveram um livro defendendo esta tese. Isso deu início ao projeto de destruição familiar, ao incentivo do uso de drogas, a perversão e a doutrina da violência criada pela impunidade. Por isso vemos esta violência na sociedade. Hoje qualquer briga na rua, pode levar alguém à morte por um simples problema corriqueiro. A violência criada pela pressão imposta pelo sistema, cria propositalmente a miséria, cria propositalmente a dependência do uso e do consumo de drogas por parte dos jovens. Aliados à isso, o Estado cria o sucateamento de instituições estratégicas como a saúde. Filas e mortes por falta de médicos colaboram para o Stress social. A impunidade é outro mecanismo de stress social que colabora com a destruição da sociedade.Tudo isso gera um sentimento mental de revolta entre a população que acaba extravasando seus impulsos de forma violenta. Hoje matar alguém virou rotina dentro de uma sociedade que em meados dos anos 80 era extremamente conservadora e humana. A esquerda criou uma sociedade explosiva, revoltada, desumana, mal criada e perversa.
De outra parte, as questões levantadas, impunham também o enfraquecimento das elites, principalmente a “classe média”. Os partidos políticos que sempre deram sustentação às elites nos países, responsáveis pela pobreza, segundo os comunistas, eram aqui no Brasil, representados pelo PFL, PPB, e seus líderes, como ACM, Maluf, etc., além de empresários e suas bases de sustentação na estrutura de governo. Tudo isso foi destruído pela esquerda golpista. ACM teve morte estranha, assim como seu filho Luis Eduardo Guimarães. Ambos eram de “direita” e defendiam uma sociedade democrática. Luis Eduardo Guimarães segundo médicos que não quiseram se expor, foi envenenado por uma substância usada pelos agentes da KGB. O Grupo do Rio de FHC, segundo alguns jornalistas da Mídia Independente, teve participação em diversas conspirações do PSDB na política brasileira, inclusive com as mortes misteriosas que envolveram o período do governo tucano.
Não podia se deixar de ter presente que, nos quinhentos anos de civilização no continente, os pretendidos suportes dessas elites, nessa visão de Princeton, eram as Forças Armadas e, especialmente a Igreja Católica, com a exceção da Teologia de Libertação, que só se diz católica por necessidade de permanecer atuando dentro dela. Há exceções de praxe, daqueles que se preocupam com a questão social, sem se recordar da doutrina social da Igreja e da sua atuação através dos séculos, na defesa da vida, da liberdade e da dignidade do homem, muito acima do que hoje se entende por direitos humanos. As Santas Casas e as escolas espalhadas por todo o país, fizeram mais pelo país do que as estruturas governamentais.
Isto implicava noutro ponto do Pacto, que era o enfraquecimento das Forças Armadas, pela sua redução, de um lado, e por nova destinação, de outro, e pela redução da capacidade de decisão das referidas Forças, por elementos à elas pertencentes, além de reduzir seus quadros e usá-las nas Forças de Paz da ONU. As Forças Armadas tem sua origem na necessidade, em certos momentos, de dar suporte para a diplomacia ou para ataques, como o que acaba de sofrer os Estados Unidos. Há também situações internas, que dizem respeito a manutenção da ordem e da lei, que ultrapassam as condições das policias, que obrigam a presença das Forças Armadas. Por isso FHC e Lula mantiveram a elite militar das nossas Forças Armadas no Haiti. Por isso FHC foi a ONU assinar um tratado de “NÃO INTERVENÇÃO MILITAR” em países da América Latina e principalmente no Brasil. O intuito é deixar um possível “opositor ao golpe”, totalmente enfraquecido e desmembrado, evitando-se assim, uma oposição ao golpe comunista.
Quem é o ingênuo que sustentará que qualquer outro país da AL não poderá passar por situações semelhantes, como já sofreu na luta armada desencadeada por Castro no Brasil e outros países da América Latina? Inclusive na Bolívia, onde morreu o argentino-cubano Che Guevara. Como afirmar que, dentro dessa missão, não tenham de influenciar a política interna em razão de uma política de defesa, que exige debates internos, entre civis e militares? Como afirmar que a tradição da América Latina não exija, especialmente como mostra a história do Brasil, a necessidade de se fazer ouvir em certas ocasiões, especialmente em face da qualidade sofrível da classe política brasileira.? Ninguém quer regimes militares, mas ninguém quer regimes civis que deixem o brasileiro sem esperanças de construir um futuro adequado para seus filhos. A classe civil que ponha a mão na consciência antes de criticar os pronunciamentos militares em prol de um país que é de todos e em que todos são cidadãos. A América Latina não é os EUA. e, por isso, os EUA não devem querer impor a sua visão sobre o assunto, na América Latina, sob pena de desestabilizá-la.
De parte do Foro, na reunião de Princeton, foi colocada a questão do Haiti, onde Aristide, eleito, tinha sido retirado do poder pelas Forças Armadas haitianas, devendo retornar a ele, o que redundou num fracasso, que agora se tenta corrigir, inclusive com envio de contingentes das FFAA brasileiras, dentro da nova destinação…
Também, foi assumido, na reunião de Princeton, o compromisso de contribuir para a abertura de Cuba, em aspetos comerciais, inclusive turismo, em maior escala, desde que essa “abertura” ficasse dentro dos limites que assegurassem que o regime fosse mantido, sem riscos, apesar de não ter sido eleito, há já 42 anos, como agora afirmou Fox, presidente do México, além do presidente de El Salvador, que só admite restabelecer relações diplomáticas com Cuba, após a adoção do regime democrático. O certo é que, depois disso, a ONU aprovou a intervenção no Haiti. Não fez o mesmo em relação a Cuba, apesar de Fidel não ter sido eleito.
O Diálogo, mais recentemente, formou uma Comissão Parlamentar, do qual José Genoíno e dois outros parlamentares brasileiros, inclusive uns do PSDB, fazem parte, certamente com vistas à alteração da legalização do aborto, esterilização e união civil de homossexuais. O programa do PT não incluía estes pontos, mas permitiu aos parlamentares agirem como entendessem, no Encontro Nacional que se seguiu ao Pacto com o Diálogo. A participação de FHC, foi importante para que o PT, compactuasse em favor destas políticas.
Dentro desse contexto, realizou-se a reunião de Havana, de Julho de 93. As decisões foram, fundamentalmente três, afora o habitual dos manifestos da esquerda continental. Primeiro, decisão incondicional de todas as forças ali reunidas, no sentido de dar todo o apoio financeiro à Cuba, durante o período especial, decorrente da cessação do auxílio soviético e do leste europeu, inclusive com a compra de remédios e estímulo ao turismo. Itamar, visitado por Lula, adquiriu 300 milhões em remédios de Cuba, para entrega parcelada. Convênios de assistência médica familiar com Municípios, etc. Agora se pretende que os médicos formados em Cuba não tenham que passar por cursos de adaptação, a que são obrigados os formados em outros países. FHC abriu as portas para os médicos cubanos, afim de soltar dinheiro para o ditador Fidel Castro e bancar sua fortuna em bancos suíços. Depois veio o PT e criou um programa mais extenso, “O Mais Médicos”, que sustenta Fidel com o repasse de milhões de dólares e torna uma classe de médicos cubanos em escravos. Há pouco dias o Exército brasileiro descobriu que um dos médicos era capitão do exército cubano, na verdade, um espião. Interrogado pelos militares brasileiros, o militar cubano confessou que não estava sozinho e como ele, havia “muitos” espalhados pelo Brasil.
Com a queda da URSS, a ditadura cubana ficou sem o valioso dinheiro russo e estaria fadada ao fim, causando a derrubada de Fidel Castro do poder. Com ajuda de países controlados pela esquerda e principalmente com a ajuda do dinheiro do povo brasileiro, Fidel permaneceu no poder. Ou seja: FHC, Lula e agora Dilma, bancaram e bancam a ditadura de Fidel há mais de 20 anos com dinheiro do povo brasileiro e ninguém fez nada. Inclusive Fidel e parentes seus recebem pensão e aposentadoria com dinheiro dos cofres públicos brasileiros. Enquanto um aposentado brasileiro recebe uma aposentadoria em torno de R$ 700 Reais, Fidel recebe uma mesada de R$ 50 mil por mês do governo brasileiro. A média das aposentadorias para parentes de Fidel é em torno de R$ 30 mil Reais.
A concentração de esforços de todas as forças revolucionárias do Foro para eleger Lula, tinha em vista a necessidade de uma base territorial e de um governo de expressão, para dar suporte ao que viria a ser uma espécie de União ou Federação (nome dado por Chávez), das Repúblicas Socialistas da América Latina, (URSAL no lugar da URSS…) facilitada pela quase unidade lingüística. No âmbito da imprensa atuaria, como atuou, escrevendo a favor de Lula, inclusive, em Clarin, de Buenos Aires, Jorge Castañeda, atual ministro de Relações Exteriores de FOX, mas assessor, na época, de Cárdenas, um dos líderes do Foro e ligado aos zapatistas. O Foro de Fidel e Lula e o Diálogo Interamericano de FHC querem transformar a América do Sul numa nova União Soviética. Não haveria mais fronteiras entre os países e todo o continente seria transformado em uma única república liderada por Fidel e Lula. No Brasil o governo ficaria com o PSDB, o cúmplice do golpe comunista nas Américas. Seria uma grande prisão vigiada e preparada para evitar fugas, como era a antiga URSS.
O terceiro objetivo definido na reunião do Foro, em Havana,, seria impedir o desenvolvimento da Nafta , que iria entrar em vigor no dia primeiro de janeiro de 94, no México, com provável expansão para outros países, colocando-se a luta dentro do tema do combate ao neo-liberalismo, por todas as formas possíveis. Nesse mesmo dia, houve o levante zapatista…
Se algumas forças do Foro se tornaram partidos, outras, como a FARC e o ELN fazem “cenas” de participação em negociações de paz, que nunca chegarão ao um final, a não ser com a tomada do poder por eles. O MST também faz parte do Foro e da estratégia deste para toda a América Latina. Tudo indica que os Senderos estão de volta, bem como os Montoneros, enquanto a Frente Ampla e o Movimento Sandinista se preparam para ganhar as eleições. em seus países, e a Frepaso rompe com o governo de la Rua, que acabou na rua…. Todos integram o Foro. O MST recebe verbas milionárias do governo através das estatais e bancos do Estado. Recebe armas, infra estrutura e treinamento de guerrilha, e tudo com o aval do PSDB e do PT, pois todo o processo de fortalecimento do MST se iniciou em 1994 com o PSDB no poder.
Por final, Lula aceitou, em 93, convite de Fernando Henrique para entrar no Diálogo, de que faz parte, com restrições, enquanto o seu introdutor não consumou a expectat

ESSA MATÉRIA É DO JORNAL GAZETA DO BRASIL

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